E essas tais energias renováveis hein?
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Hoje estávamos lendo um post no EcoDesenvolvimento, blog que acompanhamos desde sempre. O texto é sobre uma nova classe de baterias a base de mitocôndrias alimentadas pela glicose proveniente dos alimentos.
Açúcar produzindo a energia da pilha do seu controle remoto. Ou da bateria do seu iPod.
Impressionante, não é? E isso ainda não é nada assustadoramente novo. Em janeiro desse ano, o mesmo EcoDesenvolvimento postou sobre um conceito de bateria de celular que funciona a base de REFRIGERANTE.
Acredite, nem isso é algo tão inovador assim. Em 2009 a Samsung lançou um aparelho de celular movido à energia solar, já exsite carredor de pilhas à base de água e até dançando você pode gerar eletricidade para seus gadgets.
São apenas algumas das inúmeras novas formas de geração de energia que engenheiros e entusiastas já desenvolveram pensando na sustenbailidade ambiental. E deixando de lado essas soluções criativas, não podemos esquecer das já consolidadas (embora não popularizadas) energias eólica, térmica, nuclear e solar.
Tudo já existe, muito disso já é viável (tecnologicamente e comercialmente), mas a fora as conspiratórias teorias de dominação mundial por parte de grandes empresas do ramo de energia, existe um problema que julgamos ser muito maior:
As pessoas comuns NÃO SE INTERESSAM por essas novas formas de energia. Nem a nível de engajamento, nem a nível de curiosidade. E esse desinteresse é o verdadeiro entrave para a popularização dos meios de energia realmente sustentáveis.
Não é apenas o carro elétrico ficar popular e potente. É também as pessoas ficarem insatisfeitas com o ainda grande consumo daquele automóvel e exigirem que o fabricante melhore o desempenho. É as pessoas sentirem prazer de pedalar, ou de dar uma carona para aqueles vizinhos que vão para o mesmo lugar que você. É sua filha não comprar vinte pares de sapatos do mesmo modelo porque ela NÃO PRECISA. É um sem número de mudanças no comportamento de milhões de pessoas.
Mas como fazer isso?
Esse é o questionamento que deixamos para vocês hoje.
Disque Água na AACD
No último dia 30 de Julho o pessoal da Disque Água visitou os meninos da AACD para apresentar os caminhões-pipa customizados pelo concurso de grafitagem realizado pela Disque.
Lá as crianças do Coral de Voz e percussão da AACD, projeto criado pelo Maestro Rodrigues em 2007, puderam conferir os caminhões grafitados e a Disque Água registrou tudo nas fotos que seguem abaixo.
Legal né? =)
Sustentabilidade na Bienal do Livro de SP 2010
Começa no próximo dia 12 de Agosto a edição 2010 da Bienal do Livro de São Paulo. O Evento segue até o próximo dia 22 e esse ano tem a tão falada sustentabilidade como uma das guias do evento.
"Além da estrutura, a programação da edição 2010 da Bienal está repleta de atividades relacionadas à sustentabilidade, que podem ser conferidas de perto pelo público, de 13 a 22 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi – no dia 12, a Feira estará aberta, apenas, para profissionais do setor."
Vale a pena dar uma passadinha lá no post do pessoal do Planeta Sustentável para mais informações.
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Data: 12 a 22 de agosto
Horário: das 10h às 22h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, nº 1.209 - São Paulo/SP
site oficial da Bienal: bienaldolivrosp.com.br
twitter da Bienal: @bienaldolivrosp
Sobre indústrias malignas e exageros de consumo
De início, deixamos claro que não apoiamos nenhum tipo de pensamento conspiratório e especulações obscuras sobre grandes corporações guiando os caminhos da sociedade, mas esse vídeo postado pelo blog TCendo Ideias nos abre brecha para fazermos questionamentos interessantes sobre sustentabilidade. Confiram:
Não seria nada bombástico dizer que as empresas tem muito mais preocupação com lucros do que com o bem-estar dos seus próprios consumidores. Grandissíssimo clichê? Sim. Mas não lançar uma solução chega a ser um clichê maior.
Não basta apenas escolher melhor o que você compra. A qualidade dos cosméticos não é o maior mal no momento. Não é desse questionamento que precisamos, e é nessa falta de foco que as verdadeiramente grandes empresas ganham.
Nós nos fazemos as perguntas erradas. Esse vídeo é a prova disso.
Será que estamos consumindo de forma consciente? Qual a real importância que uma montanha de cosméticos têm na nossa vida? Será que é possível que as pessoas mudem esse paradigma?
Vocês podem até não acreditar, mas são esses questionamentos que nós deveríamos estar nos fazendo agora. São esses questionamentos que vão começar a mudar esse mercado tão vicioso que todos criticam.
Se imponham.
Lixo eletrônico: apenas reciclar não resolve
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No último dia 4 de agosto, a Daiane postou lá no (excelente) VivoVerde sobre uma ótima ferramenta para você se livrar corretamente do seu lixo eletrônico (e não estamos falando de spam).
Bateria de celulares, microondas velhos e aparelhos de TV quebrados são um tipo de lixo que merece cuidado especial na hora de ser descartado, por todos os malefícios já extensivamente falados que eles podem causar ao ambiente.
A plataforma e-lixo.org, citada por Daiane no post, é algo bastante oportuno nesse cenário. É um sistema que, integrado ao Google Maps, indica qual a coleta de lixo eletrônico mais perto de você. Basta coloca inserir seu CEP e os pontos de coleta serão exibidos no mapa.
O projeto é do Governo de São Paulo, realizado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente em parceria com o Instituto Sergio Motta, e por enquanto só abrange CEPs do Estado de São Paulo. Segundo informações do site, a intenção é, futuramente, alimentar a base de dados com pontos de coleta de todo o país.
Uma iniciativa maravilhosa. Como todas as iniciativas são. Mas não importa quantos pontos de coleta existam pelo Brasil, enquanto o consumo desenfreado não diminuir, sempre teremos milhões de toneladas de lixo eletrônico crescendo cada vez mais, todos os dias.
Vamos rever nossos impulsos de consumo. Pensem nisso.
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